Com prazo aberto até 18 de setembro, a premiação promovida pela illycaffè valoriza lotes da safra atual focados em excelência sensorial e responsabilidade socioambiental. Os participantes concorrem a reconhecimentos em dinheiro, diplomas e uma viagem internacional para a etapa global em 2027
Cafeicultores de todas as regiões produtoras do país já podem submeter amostras da safra atual para o 36º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso. A iniciativa, realizada pela illycaffè, busca identificar e premiar lotes que combinam alto padrão sensorial com práticas agrícolas sustentáveis, fortalecendo a presença dos grãos brasileiros no mercado global de cafés especiais.
Para participar da disputa, os cafeicultores devem enviar amostras da espécie Coffea arabica, produzidas nos processos Natural, Descascado ou Despolpado. O prazo para o envio dos lotes e preenchimento das fichas de inscrição segue até o dia 18 de setembro.
A avaliação técnica fica a cargo de uma comissão de especialistas nacionais e internacionais. A análise considera atributos fundamentais para a preparação do espresso, tais como: aparência e cor dos grãos, classificação por tipo e peneira, teor de umidade e comportamento na torração e sabor e aroma na xícara.
A premiação está estruturada em duas fases de reconhecimento:
A divulgação dos 40 finalistas do 36º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café está prevista para novembro de 2026. A cerimônia de anúncio dos vencedores e a entrega dos prêmios aos finalistas ocorrerão no primeiro semestre de 2027.
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As amostras físicas e a documentação devem ser remetidas para a Experimental Agrícola do Brasil Ltda., localizada na Rua Dr. Nicolau de Souza Queiroz, 518, Vila Mariana, CEP 04105-001, São Paulo/SP. Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail compras@illy.com.
A iniciativa reflete o modelo de negócios sustentável da illycaffè, empresa familiar italiana fundada em Trieste em 1933. Certificada como B Corp e Benefit Corporation, a companhia movimenta uma rede global focada na cultura da qualidade, com receitas consolidadas de € 700 milhões em 2025. Ao premiar a cafeicultura nacional, o concurso reafirma o papel do produtor rural na oferta de matéria-prima de alto valor agregado para o consumo mundial.